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Manual de patologia mamáriaRoteiros para formulação de laudos

Manual de patologia mamária

Roteiros para formulação de laudos

por Dr. Roberto Falzoni

Como ler cada capítulo

  • Quadros explicativos reúnem o conteúdo de cada tema, com os pontos mais importantes destacados.
  • Quadros de alerta apontam armadilhas e fontes frequentes de erro.
  • Gráficos mostram porcentagens, concordâncias e impacto prognóstico, com a fonte indicada.
  • Dados para laudo anatomopatológico: o que deve constar no laudo, com itens essenciais e recomendados.

Objetivo

Reunir, em linguagem direta, o que a literatura atual e as diretrizes internacionais estabelecem para o exame anatomopatológico da mama, desde a macroscopia até os biomarcadores e testes moleculares. Cada capítulo termina no que interessa à prática: os dados que precisam constar no laudo.

Para quem

Técnicos de laboratório e biomédicos, patologistas em formação e patologistas gerais. Os capítulos podem ser lidos em qualquer ordem; as referências cruzadas indicam onde cada assunto é aprofundado.

Fontes

Classificação de tumores da mama da Organização Mundial da Saúde (6ª edição), diretrizes ASCO/CAP, conjuntos de dados do ICCR e os artigos originais citados em cada capítulo. As ilustrações histológicas e os desenhos de macroscopia são do acervo do autor; tabelas e gráficos adaptados de artigos trazem a fonte.

Parte I

Fundamentos e macroscopia

1

A glândula mamária normal

Unidade ductolobular terminal, células luminais e mioepiteliais, estroma e o perfil imuno-histoquímico normal.

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2

Macroscopia, processamento e fase pré-analítica

Tipos de espécime, orientação e tintas, amostragem, isquemia fria e fixação, e o efeito de cada etapa sobre RE, HER2 e Ki-67.

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Parte II

Lesões e diagnóstico morfológico

3

Lesões papilíferas e adenose microglandular

Papiloma, papiloma atípico, carcinomas papilíferos e adenose microglandular; o papel das células mioepiteliais.

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4

Lesões precursoras e modelos de progressão

Lesões de células colunares, hiperplasias, carcinoma ductal in situ e as vias de baixo e alto grau.

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5

Neoplasia lobular e E-caderina

Hiperplasia lobular atípica, carcinoma lobular in situ e invasivo; E-caderina, catenina p120 e armadilhas.

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6

Carcinoma invasivo: tipo não especial e tipos especiais

Tipos histológicos, critérios e perfil imuno-histoquímico e molecular de cada um.

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7

Painéis imuno-histoquímicos no diagnóstico diferencial

Benigno versus maligno, ductal versus lobular, in situ versus invasivo, invasão linfovascular versus retração.

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Parte III

Fatores prognósticos e linfonodos

8

Fatores prognósticos anatomopatológicos

Estadiamento AJCC, tamanho, grau de Nottingham, invasão linfovascular e margens, com seu impacto prognóstico.

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9

Linfonodos

Macrometástase, micrometástase e células isoladas, linfonodo sentinela, exame intraoperatório e cirurgia axilar.

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Parte IV

Classificação molecular e biomarcadores

10

Classificação molecular

Subtipos intrínsecos, PAM50, IntClust e a classificação aproximada por imuno-histoquímica.

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11

Imuno-histoquímica: princípios e controle de qualidade

Clones, recuperação antigênica, controles, validação, ensaios de proficiência e análise de imagem.

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12

Receptores de estrógeno e progesterona

Escores, diretrizes ASCO/CAP, RE baixo positivo, valor prognóstico do RP e o fenótipo RE−/RP+.

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13

HER2

Escores imuno-histoquímicos, hibridização in situ, evolução das diretrizes e HER2-baixo.

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14

Ki-67 e proliferação

Recomendações do IKWG, biópsia versus peça cirúrgica, Ki-67 versus mitoses e testes genômicos.

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15

Carcinoma triplo-negativo e basal

Definições, morfologia, subtipos de Lehmann, tumores de baixo grau e receptor de androgênio.

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Parte V

Imunologia, testes moleculares e novas fronteiras

16

Imunologia tumoral: TILs, PD-L1 e outros

Contagem padronizada dos TILs, PD-L1 (CPS), carga mutacional e instabilidade de microssatélites.

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17

Testes multigênicos

Oncotype DX, MammaPrint, ensaios TAILORx, RxPONDER e MINDACT, e alternativas de baixo custo.

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18

Avaliação após terapia neoadjuvante

Resposta patológica completa, carga tumoral residual (RCB) e laudo pós-neoadjuvância.

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19

Genômica, alvos terapêuticos e biópsia líquida

Panorama mutacional, BRCA, PIK3CA, ESR1 e DNA tumoral circulante.

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20

Patologia digital e inteligência artificial

Contagem automatizada de mitoses e TILs, estratificação de risco e locais com poucos recursos.

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Apêndices

Material de consulta

A

Glossário

Termos e siglas usados no manual, com o capítulo em que cada um é tratado.

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B

Anticorpos e clones

Marcadores imuno-histoquímicos, localização, uso, clones de referência e armadilhas.

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C

Modelos de laudo

Modelos sinópticos prontos para copiar: biópsia, peça cirúrgica, CDIS, linfonodo, pós-neoadjuvância e biomarcadores.

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D

Referências por capítulo

Todas as referências citadas, agrupadas por capítulo, com links para os artigos.

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O autor

Roberto Falzoni é patologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Atua no programa de residência e lidera o grupo de oncologia de partes moles e osso. No setor privado atua adicionalmente em imuno-histoquímica.

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